segunda-feira, 16 de maio de 2011

Felicidade é contagiosa?

Um estudo lançado pela Faculdade de Saúde Pública de Harvard, acompanhando 5.000 pessoas por 20 anos, mostrou evidências de que pessoas felizes tendem a transmitir essa sensação entre familiares e amigos, como se fosse um contágio --tristeza também se propaga, mas em menor intensidade.

Esse tipo de informação faz parte de um esforço de Harvard de encarar a felicidade, objeto do besteirol de autoajuda, cientificamente. Daí ter sido criado na escola de medicina a 'ciência da felicidade', usando as novas tecnologias para mapear o cérebro. O que se descobre ali é aplicado em hospitais. Ou até em políticas públicas: professores da universidade estão orientando prefeitos a criar um índice de felicidade.

Ou seja, essas descobertas podem ter implicação em decisões individuais e coletivos. Os estudos mostram por exemplo que, ao contrário do que se imagina a vontade de adquirir coisas e ser feliz gera menos satisfação, na área de recompensas do cérebro, do que uma vida simples, como o convívio com a natureza, com amigos ou a solidariedade.
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Coloquei no Catraca Livre (www.catracalivre.com.br) vídeo com uma palestra de um professora da ciência da felicidade de Harvard. Com um botão, você aciona a tradução em português.

Queda do índice de analfabetismo adulto é residual

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DE SÃO PAULO

Hoje na FolhaDados apontam que os avanços no combate ao analfabetismo entre pessoas de 20 a 49 anos são apenas residuais. A informação é da reportagem de Antônio Gois publicada na edição desta segunda-feira da Folha.

A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

Comparação entre os dados de 2000 e de 2010 apontam que o índice de analfabetismo nesta faixa etária caiu apenas 0,5%. De modo geral, são as crianças e os jovens os responsáveis pela diminuição do analfabetismo no país.